Um dos maiores mitos envolvendo o Rio Grande do Sul é da politização de sua gente. É só mais um aspecto nefasto de nosso bairrismo. Os gaúchos não são mais do que ninguém. Em alguns aspectos somos até piores. Politicamente falando estamos muito na frente no que se refere ao pitoresco. Em 1989 optamos por eleger, no nosso estado, Lula, exatamente quando ele encontrava-se no auge de suas propostas econômicas enfadonhas. Voltamos elegê-lo em 1994, ignorando solenemente o Plano Real, e em 1998 também, quando o mundo se preparava para enfrentar mais uma crise econômica e o debate sobre a desvalorização de nossa moeda tornava-se cada vez mais importante. Em 2002 o Brasil inteiro capitulou diante do lulismo triunfante, seguindo o modismo inaugurado pelo Rio Grande do Sul de dar ouvidos ao sindicalista que mudaria o Brasil.
Na foto, Abigail, a ilustre anônima, o Poste, Tarso, o apadrinhador de terroristas, Lula, o fundador do Foro de SP, e Paim, o homem que quer selecionar as pessoas pela cor da pele. Os gaúchos querem eleger essas criaturas modernas.
O RS sempre esteve na vanguarda do atraso. Fomos pioneiros em eleger petistas para cargos importantes. Porto Alegre sempre foi um laboratório para várias das práticas do partido que seriam expandidas para outras cidades, estados, e, futuramente, o próprio Governo Federal. O Orçamento Participativo, uma patacoada de inspiração marxista, é só uma dessas políticas exportadas pelo PT.
Em 2010 o RS prepara-se para voltar ao normal, depois de um lapso de bom senso em 2006, quando Geraldo Alckmin esmagou Lula no estado, elegendo agora Tarso Genro como governador, Dilma como presidente e Paulo Paim como senador.
A última pesquisa Methodus indica que Paim será eleito com 47% dos votos. Será mais uma contribuição do povo gaúcho para que Dilma consiga ter um senado subserviente as vontades do executivo. Ao longo de seu mandato, Paim tem sido um entusiasta das políticas racialistas, aberrações jurídicas repletas de recalque e ressentimento e desprovidas de preceitos legais aceitáveis, responsáveis por criar um clima de tensão racial no Brasil que jamais existiu ao longo de nossa história.
Paim é um dos piores e mais superestimados senadores do Brasil. Sua fala mansa esconde o radicalismo mais hidrófobo. Os gaúchos se comoveram com suas lágrimas de crocodilo, esparramadas no horário eleitoral gratuito, e pretendem reconduzi-lo ao Senado, provando de uma vez por todas que tanta politização só serve para eleger o que há de mais arcaico e atrasado no Brasil.
Na foto, Abigail, a ilustre anônima, o Poste, Tarso, o apadrinhador de terroristas, Lula, o fundador do Foro de SP, e Paim, o homem que quer selecionar as pessoas pela cor da pele. Os gaúchos querem eleger essas criaturas modernas.O RS sempre esteve na vanguarda do atraso. Fomos pioneiros em eleger petistas para cargos importantes. Porto Alegre sempre foi um laboratório para várias das práticas do partido que seriam expandidas para outras cidades, estados, e, futuramente, o próprio Governo Federal. O Orçamento Participativo, uma patacoada de inspiração marxista, é só uma dessas políticas exportadas pelo PT.
Em 2010 o RS prepara-se para voltar ao normal, depois de um lapso de bom senso em 2006, quando Geraldo Alckmin esmagou Lula no estado, elegendo agora Tarso Genro como governador, Dilma como presidente e Paulo Paim como senador.
A última pesquisa Methodus indica que Paim será eleito com 47% dos votos. Será mais uma contribuição do povo gaúcho para que Dilma consiga ter um senado subserviente as vontades do executivo. Ao longo de seu mandato, Paim tem sido um entusiasta das políticas racialistas, aberrações jurídicas repletas de recalque e ressentimento e desprovidas de preceitos legais aceitáveis, responsáveis por criar um clima de tensão racial no Brasil que jamais existiu ao longo de nossa história.
Paim é um dos piores e mais superestimados senadores do Brasil. Sua fala mansa esconde o radicalismo mais hidrófobo. Os gaúchos se comoveram com suas lágrimas de crocodilo, esparramadas no horário eleitoral gratuito, e pretendem reconduzi-lo ao Senado, provando de uma vez por todas que tanta politização só serve para eleger o que há de mais arcaico e atrasado no Brasil.
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