A dificuldade de debater com um petista não reside em derrubar seus argumentos, mas sim em esclarecer as empulhações que eles lançam em progressão geométrica. No debate sobre as eleições, em que participei, no programa “Fim de Expediente”, apresentado por Rogério Portolan, da Rádio Spaço FM, com o presidente do PT de Farroupilha, Rogir Centa, deixei de respondê-lo, por pura falta de tempo, sobre o trololó que se espalha na cidade sobre a origem dos recursos em obras executadas no município.
Tanto na Rádio Spaço quanto no Jornal O Farroupilha, Rogir Centa entoou a ladainha oposicionista que tentará, nas próximas eleições municipais, estabelecer o discurso de que Farroupilha vem sendo administrada a partir de Brasília e de que o prefeito informal da cidade é o próprio Lula. Cito o trecho do artigo de Rogir Centa, publicado no Jornal O Farroupilha de semana passada, com o português na forma em que veio. Cito-o longamente: "Farroupilha continuará recebendo a avalanche de verbas parlamentares que permite que milhares de jovens pratiquem esportes em quadras cobertas como a do Bairro Belvedere, 1º de Maio, São Luiz, Nova Milano, entre outras a pavimentação de ruas da cidade, o início do asfalto para Salto Ventoso, enfim, o reflexo das ações do Governo Lula são perceptíveis diretamente nos nossos bolsos".
Emendas parlamentares e verbas federais, ao contrário do que tenta passar Rogir Centa, não são fruto da benevolência e caridade dos deputados ou do governo Lula. Os municípios que recebem esses investimentos são escolhidos por apresentarem bons projetos. Ao longo dos últimos anos, Farroupilha, através do trabalho realizado pela Prefeitura Municipal, e em muitos casos por iniciativa da sociedade civil, tornou-se referência em planejamento estratégico quando o objetivo é pleitear verbas federais e emendas parlamentares. Em 2010, a cidade recebeu mais de R$ 2 milhões em emendas. Cidades como Erechim e Gravataí, ambas maiores que Farroupilha e ambas administradas pelo PT, receberam em 2010 em emendas parlamentares, R$ 900 mil e R$ 300 mil, respectivamente. Eis aí uma prova de que é a competência dos governos municipais e não a bondade do governo federal que definem se os recursos virão ou não.
Não duvido que nas próximas eleições sejamos amolados com a discurseira de que as obras em curso na cidade não são fruto do trabalho da administração municipal e sim dos deputados petistas e do governo Lula, mesmo que os investimentos feitos pela prefeitura, com recursos próprios ou oriundos de repasses constitucionais obrigatórios, passem de R$ 6 milhões e contemplem mais de 84% dos investimentos feitos na cidade. Os petistas são iguais de norte a sul do Brasil. Agem da mesma maneira tanto no sertão nordestino quanto nos estúdios da Rádio Spaço. Se em nível nacional eles se apropriaram dos méritos do governo FHC, em Farroupilha tentarão se apropriar dos méritos da administração municipal. É dever de seus concorrentes, na eleição de 2012, lembrar aos farroupilhenses que assim como verbas não vêm por caridade, municípios não são administrados na base da empulhação.
Tanto na Rádio Spaço quanto no Jornal O Farroupilha, Rogir Centa entoou a ladainha oposicionista que tentará, nas próximas eleições municipais, estabelecer o discurso de que Farroupilha vem sendo administrada a partir de Brasília e de que o prefeito informal da cidade é o próprio Lula. Cito o trecho do artigo de Rogir Centa, publicado no Jornal O Farroupilha de semana passada, com o português na forma em que veio. Cito-o longamente: "Farroupilha continuará recebendo a avalanche de verbas parlamentares que permite que milhares de jovens pratiquem esportes em quadras cobertas como a do Bairro Belvedere, 1º de Maio, São Luiz, Nova Milano, entre outras a pavimentação de ruas da cidade, o início do asfalto para Salto Ventoso, enfim, o reflexo das ações do Governo Lula são perceptíveis diretamente nos nossos bolsos".
Emendas parlamentares e verbas federais, ao contrário do que tenta passar Rogir Centa, não são fruto da benevolência e caridade dos deputados ou do governo Lula. Os municípios que recebem esses investimentos são escolhidos por apresentarem bons projetos. Ao longo dos últimos anos, Farroupilha, através do trabalho realizado pela Prefeitura Municipal, e em muitos casos por iniciativa da sociedade civil, tornou-se referência em planejamento estratégico quando o objetivo é pleitear verbas federais e emendas parlamentares. Em 2010, a cidade recebeu mais de R$ 2 milhões em emendas. Cidades como Erechim e Gravataí, ambas maiores que Farroupilha e ambas administradas pelo PT, receberam em 2010 em emendas parlamentares, R$ 900 mil e R$ 300 mil, respectivamente. Eis aí uma prova de que é a competência dos governos municipais e não a bondade do governo federal que definem se os recursos virão ou não.
Não duvido que nas próximas eleições sejamos amolados com a discurseira de que as obras em curso na cidade não são fruto do trabalho da administração municipal e sim dos deputados petistas e do governo Lula, mesmo que os investimentos feitos pela prefeitura, com recursos próprios ou oriundos de repasses constitucionais obrigatórios, passem de R$ 6 milhões e contemplem mais de 84% dos investimentos feitos na cidade. Os petistas são iguais de norte a sul do Brasil. Agem da mesma maneira tanto no sertão nordestino quanto nos estúdios da Rádio Spaço. Se em nível nacional eles se apropriaram dos méritos do governo FHC, em Farroupilha tentarão se apropriar dos méritos da administração municipal. É dever de seus concorrentes, na eleição de 2012, lembrar aos farroupilhenses que assim como verbas não vêm por caridade, municípios não são administrados na base da empulhação.
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