De acordo com o Grupo Gay da Bahia, comandado pelo "ativista" Luiz Mott, foram assassinados cerca de 250 homossexuais no País em 2010. O fato rendeu uma manchete de capa, em letras garrafais, do Portal Terra: "Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no país". Independente da intenção do redator, reportagens como essa sempre acabam ajudando a propagandear a rematada besteira de que as mortes envolvendo homossexuais são todas relacionadas à homofobia.
No Brasil morrem cerca de 50 mil pessoas por ano, vítimas de assassinatos. Usando a peculiar lógica do Movimento Gay, podemos imaginar que, se 250 dos assassinatos são de homossexuais, os outros 49750 são de heterossexuais. Dizer que o Brasil é um País homofóbico, como quer fazer parecer o Movimento Gay, é tão leviano quanto dizer que é um País heterofóbico. Gays e heteros convivem em um ambiente de insegurança completa para todos.
A estratégia por trás da vitimização de uma minoria não é novidade. Os grupos racialistas, responsáveis por tentarem implantar a política de cotas nas universidades e outras arbitrariedades que dariam privilégios devido ao grau de melanina que determinado cidadão tem, remetendo o Brasil à realidade da Alemanha Nazista, foi um dos primeiros a aplicá-la. O Movimento Gay não faz diferente. No Congresso Nacional a PL 122, que tipifica a homofobia como crime, não passa de um documento autoritário e fascista que atropela o direito de livre manifestação e a liberdade religiosa.
No Brasil, bem como no resto do mundo, o que se observa é a proliferação de legislações protetivas, forjadas por ONGs financiadas com dinheiro público que passam a pautar as ações políticas, tornando as casas legislativas em instâncias formais de mera ratificação. Pouco a pouco milicianos auto-intitulados representantes de minorias, como os componentes do Movimento Gay, vão mudando e minando as liberdades individuais, sob o argumento de defendê-las. No fim das contas, o altruísmo rosa proposto por essa gente não deixa de ser a nova cor do totalitarismo pregado pelos que sempre foram vermelhos.
Artigo publicado dia 18 de janeiro no Jornal Informante

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